quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Minha Vida Relacionada à Educação Física

Desde que nasci a Educação Física fez parte da minha vida em todo os aspectos, na escola, na minha casa, na dança e principalmente no teatro onde quase sempre exerci a expressão corporal que mesmo sem perceber sempre estava praticando.
Quando tinha aproximadamente cinco até os onze anos de idade praticava aula de futebol numa escolinha do bairro onde morava na cidade de Salvador, escolinha essa que me ajudou muito a ver o mundo de maneira diferente, ou seja, ter igualdade, cooperação, respeito e a parte que mais me ajudou foi a de aprender como lidar com meus relacionamentos interpessoais. O professor da escolinha por sua vez sempre exigiu que praticássemos a ginástica que também está relacionada a educação Física. Aos doze anos me mudei para Governador Mangabeira onde as atividades físicas ampliaram porque foi lá que comecei a praticar teatro, dança e sobretudo a musculação. A Educação Física na minha vida é um incremento e peça fundamental do meu dia a dia encima desta visão que procuro sempre integra-la a minha vida pessoal. Hoje faço Faculdade de Educação Física na FAMAM visando assim perpetua-la como profissão e garantir uma vida permanente na área. A disciplina deve fazer parte da vida de todos cidadãos, proporcionando assim uma vida saudável e sem falar na parte estética que todos almejam. A Educação física está em todos as áreas como: no Futebol, no Voleibol, no circo, no teatro dentre outros... Com isso acredito que “ toda” a população está interessada na tocante a essa área, Educação Física.
Estudante: Angelito da Conceição Silva.

Autobiografia

Nasci na década de 70, precisamente em 27 de março de 1970. Nessa época já haviam sido publicados muitos artigos sobre a Educação Física. Em 1973 pulblicou-se um artigo sobre colônia de férias. Em 1975 falava-se em um belo corpo. Em 1976 falou-se também em Judô. Em 1978 a ginástica rítimica ficou em evidência. Em 1980 falou-se em sistemas de jogos. Daí então a Educação física começou a ter um espaço melhor. Em 1995 foi publicado uma pesquisa demonstrando que pessoas ativas e atletas não precisam de nutrientes adicionais acima dos obtidos em uma dieta balanceada, assim não comprometendo a saúde.
Logo no ano seguinte foi publicado em um artigo “O papel da atividade física na manutenção da saúde de acordo com a fisiologia do envelhecimento” enfocando o sistema cardiopulmonar e neuromuscular do idoso. Neste mesmo ano enfocou-se em um alerta às academias que utilizam corpos de terceiros para faturamento, deixando de lado o bem estar e a saúde do corpo humano.
No ano de 2000 os Jogos Olímpicos que naquela época ocorreu em Sidney na Austrália. a Copa do Mundo de 2002 com várias novidades: Foi a primeira vez que dois países sediaram unidos o evento, a primeira vez que três seleções, França, Japão e Coréia do Sul estavam classificados automaticamente, e a primeira vez que uma edição da Copa não aconteceu na Europa ou nas Américas, e a melhor de todas elas foi que o Brasil tornou-se Campeão Mundial pela quinta vez.
2003 foi um ano muito ano foi muito especial para o esporte no Brasil. A começar pelo fato de ter sido criado um ministério para tratar exclusivamente desta área. Foi dado início à implantação de uma Política Nacional de Esporte, como mudanças conceituais de profundidade. Realizou-se também a 1ª Conferência Nacional do Esporte, um rico processo de debates que traça as linhas das políticas para o setor. Estas informações, conceitos e propostas podem ser úteis na tarefa de ajudar o Brasil, para melhor, através do esporte.
Na época em que estudava eu sempre conseguia um atestado para me livrar das aulas chatas de Ed. Física. A nossa professora só pedia que corrêssemos a cidade inteira. Não tinha outra atividade. Isso sem falar que era 5:30 da manhã. Detestava acordar e cedo. Até os dias atuais a Ed. Física não tem um espaço que merece em escolas. Só se coloca aula de Ed. Física nos horários vagos, últimos horários. E uma pena, pois hoje vejo que tem muita coisa pra se explorar.
Estudante: Ana Paula Cardoso Resende Brandão

Minha vida na Educação Física

Meu envolvimento com a educação física deu inicio nos meus 11 anos quando comecei a treinar na escolinha de futebol “Bola de ouro”. Treinei durante três anos ate que me encontrei com o taekondo que fui aluno do Professor Valderlando Silva por 06 meses ate que o programa se acabou então depois de alguns meses se foi inaugurada a quadra poli esportiva de Governador Mangabeira. Ali eu tive meu primeiro contato com o futsal onde eu participei de vários campeonatos intermunicipais, inter-rural, campeonato dos comércios e outros.
Em um dos treinos me lesionei onde fraturei a tíbia, comprimi o tendão de Aquiles e torci o tornozelo isso me deixou afastado dos gramados e das quadras por quase um ano, nesse período foram feitas varias fisioterapias em diversos aparelhos reabilitastes e mesmo assim ainda hoje existem seqüelas.
Durante minha adolescência eu sempre tive vontade de participar de alguma modalidade de ginástica mais as oportunidades são bastante remotas pelo fato da cidade não ter estrutura para essas atividades. Nas escolas também não nos ensinavam nem na pratica nem na teoria os fundamentos da ginástica, apenas era feito um aquecimento e íamos para quadra jogar sempre futsal e não jogávamos rand boll, vollei e basquete que são esportes praticados na quadra também.
E só no boxe eu pude me identificar foram alguns meses de treino que chamaram bastante atenção em relação aos outros esportes que já tinha participado, no boxe eu aprendi a me disciplinar um pouco mais, pude evoluir em questão ao amadurecimento e me influenciava bastante na escola pois o meu professor me cobrava os boletins por bimestre, mais como já era de se esperar o programa também acabou por não ter um maior apoio da prefeitura por que para eles estava sendo apologia a violência.
Com toda essa dificuldade que eu encontrei, hoje eu busco me graduar em Licenciatura em Educação Física para poder dar aos meus alunos as oportunidades que eu não tive por falta de profissionalismo dos meus professores de “Educação Física”, e poder fazer projetos onde possa introduzir oficinas de esportes não estudados nas escolas e ate mesmo feiras de artes marciais. Para que possa inovar e poder me sentir bem em saber que apesar de não ter feito tudo o que eu queria praticar, mais posso dar as oportunidades pra aqueles que se identificam não apenas com a antiga metodologia desses professores inoportunos.
Estudante: Adriano Batista Souza.
Dando continuidade à produção deste blog segundo seus objetivos, as próximas publicações são referentes aos trabalhos sobre a História da Educação, feitos pelos estudantes da turma do segundo semestre desde ano (2007.2). Retomando um pouco do contexto científico deste blog, no semestre passado (2007.1) os trabalhos aqui publicados seguiram uma discussão em torno da produção historiográfica na Modernidade, que diz de uma crítica às chamadas Meta-narrativas predominantes entre os séculos XVIII, XIX e XX. Como é possível ler em nosso texto introdutório, o final do século XX e este início de século XXI são marcados por uma mudança de paradigma no campo da historiografia. Esta abandona a chamada História Oficial baseada no estudo historiográfico dos fatos (História Factual), a fim de relativizar seu estatuto que durante quase três séculos produziu uma certa realidade histórica que exalta os feitos no interior da vida política, econômica e cultural das classes dominantes. Isto é, falou-se tanto dos trajes dos Reis, das Rainhas, das Princesas, dos Bispos, dos Papas... Das batalhas napoleônicas... Das potências hegemônicas... Como se fossem uma espécie de História Universal e\ou Geral, tao como aprendemos na escola. Mas, deixaram sucumbidas as histórias dos escravos, dos servos, dos loucos, dos proletários, das mulheres, dos índios, dos negros... No caso da Educação Física, por exemplo, se sabe muito mais de sua longa história na Europa do que sua recente história na Bahia, no Recôncavo, em Cruz das Almas e Região. Temos mais registro de como eram os costumes corporais da Europa do século XIV, do que dos costumes indigenas do Brasil e da Bahia. Mais ainda, tudo que se sabe sobre as práticas corporais dos excluídos e colonizados, é na verdade um conjunto de interpretações da burguesia, do clero... sobre esses outros diferentes, diversos. Nesse sentido, os trbalhos da turma 2007.1 tentaram obedecer uma produção historiográfica segundo um localismo em diferenciação às perpectivas universalistas. Assim, cada grupo optou por investigar introdutoriamente a História da Educação Física e das Práticas Corporais em geral, em algum município da região. Podemos dizer que a conclusão principal a que chegaram os grupos foi a da escassez de arquivos e fontes sobre o assunto. Para tanto, uma das saídas foi recorrer a relatos de pessoas antigas no local, que possivelmente vivenciaram a organização ou desorganização das educações físicas da região. Em suma, um conjunto de memórias não muito claras e ainda uma iniciação metodológica ainda principiante por parte dos pesquisadores. Para aprofundar esse primeiro momento basta procurar no blog nossas primeiras publicações. Importa agora vislumbrarmos uma continuidade da perspectiva historiográfica adotada, pelos estudantes de 2007.2. A sugestão de pesquisa foi a de desbravamento das chamadas Histórias Pessoais ou Biográficas. A historiografia hodierna percebeu que a construção de uma possível História mais geral pode passar por um conjunto de Autobiografias ou micro-histórias articuladas, necessariamente e inevitavelmente, ao contexto social do sujeito em questão. De maneira mais específica, é possível por esse meio desvendar outras interpretações vivas e vividas para um fenômeno mais amplo, bem como saber como um ser humano constrói-se enquanto sujeito fenomenologicamente particular, como sendo uma perspectiva única. Para tanto, cada estudante da disciplina realizou o esforço de escrever uma Autobiografia introdutória articulada à Educação Física. Logo, não se trata de uma Autobiografia completa e geral, e sim de suas partes onde os elementos como o esporte, o lazer, a dança, os jogos etc. aparecem como atuantes na constituição da vida de um sujeito em relação à coletividade. Sendo assim, introduzo uma série de trabalhos de iniciação científica no campo da historiografia na Educação Física, não nos esquecendo que a continuidade com respeito aos trabalhos de 2007.1 se faz bem presente na medida em que as autobiografias estudantis dizem da história de pessoas pertencentes à Cruz as Almas e Região.


Prof. Renato Izidoro da Silva

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Iniciando a Pesquisa em Cruz das Almas

Introdução
Já iniciamos nossas pesquisas, porém sem grandes resultados. Não foram encontrados registros em nenhuma as escolas visitadas. Fizemos uma visita na Prefeitura e também não tivemos maiores informações. Diante disso, projetamos alguns novos passos para tentar solucionar nossa problemática.
Etapas
1 Procurar professores já aposentados na área;
2 Localizar as pessoas mais antigas da cidade que poderiam ter sido tanto professores quanto alunos de épocas anteriores;
3 Visitar a Secretaria de Educação e academias de ginástica.
Conclusão
De acordo com a espécie de documentação que venhamos obter contato no decorrer da pesquisa, teremos determinadas perspectivas acerca de como acontecia e como era vivida pela população a prática da Educação Física.
Discentes: Maria Elisabete Coelho da Rocha.
Silvana de Oliveira Fernandes.
Myrna Conto Ramos.
Camila Freitas.

Panorama e Plano Geral da Pesquisa Sobre a História da Educação Física em Cruz das Almas

Introdução

A história da educação física em Cruz das Almas, possui aspectos complexos por não existir nenhuma espécie de registro em isntituições competentes, tais como: Arquivo Público, Prefeitura, Secretaria de Educação, Secretaria de Esporte, Secretaria de Cultura. A falta desse tipo de fonte dificulta um levantamento mais breve de nossa pesquisa e a partir desse obstáculo passamos a buscar outros tipos de fonte e a adotar outros métodos para fundamentar nossa pesquisa. Para tanto, formulamos os passos básicos por onde teremos de partir e caminhar para que assim possamos idealizar a realização deste trabalho sobre a História da Educação Física em Cruz das Almas.
Etapas
1 Busca de vestígios ou documentações em arquivos e instituições escolares;
2 Entrevistar sujeitos que praticavam atividades físicas escolares na época;
3 Localizar antigos professores de educação física ou de outras áreas;
4 Localizar antigos alunos das escolas públicas e particulares da cidade;
5 Coletar informações nos arquivos e com antigos oficiais do Tiro de Guerra.
Conclusão
Seguindo essas etapas esperamos atingir secesso em nossa coleta, além de embasar com fontes documentais sobre a origem da História da Educação Física na cidade. Uma outra saída para a pesquisa, caso esses procedimento falhem, é ir buscar não a origem da Educação Física, mas das práticas corporais populares da cidade. Busca que exigiria inserção de nossa parte, em meio a cultural popular dos cidadãos.
Discentes: Elaine Marques.
Daiane Marques.
Rogério C. Borges.
Leandro Oliveira.
Washington Braz.
Ricardo Barreto.

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Plano e Relatório preliminar do desenvolvimento da pesquisa sobre a História da Educação Física em Muritiba.

Até o presente momento não conseguimos adquirir conhecimentos concretos de como e quanto foi implantada a disciplina de Educação Física no município de Muritiba, visto que não foram encontrados registros em nenhuma das escolas públicas e particulares da cidade. Assim, por causa de tais dificuldades, passamos a vislumbrar outros meios para alcançar os objetivos básicos de nossa pesquisa.
Objetivos Orientadores
1 investigar os arquivos de registros na Secretaria de Educação, escolas e academias;
2 Procurar profissionais da área ou não, que tenham colaborado ou vivenciado a prática da Educação Física;
3 Entrevistar a população mais antiga da cidade que pode se constituídas por ex-alunos e ex-prefessores;
4 Buscar junto ao Tiro de Guerra do Exército brasileiro, pois há informações, ainda vagas, de eram os militares que lecionavam a disciplina;
5 Procurar em cidades vizinhas antigos professores e também alunos que fizeram parte dessa história.
6 Investgar dados sobre o tema em jornais e revistas.
Conclusão temporária
Conforma as informações que venhamos a adquirir no decorrer da pesquisa, poderemos er uma visão mais ampla de como acontecia e como era aceita pela população a prática da Educação Física. Mesmo que não consigamos saber exatamente quando surgiu nossa prática em Muritiba, poderemos recorrer à invstigação de alguma história recente sobre o tema. Além de que, temos também com objetivo deste trabalho, deixar registrado o máximo de informações possíveis, para que futuros da área possam tomar como ponto de partida para uma nova pesquisa.
Discentes: Ana Tereza Alvez.
Hebert Magalhães.
Ramon Lordelo.
Valéria Magalhães.