quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

A História da Educação Física em Minha Vida

APRESENTAÇÃO
Eu, Ricardo Oliveira da Anunciação Santos, natural de Mutuípe - Bahia, brasileiro, afro descendente. Filho de Valmirez Manoel dos Santos e Eliene Oliveira da Anunciação Sousa, nascido em 14 de junho de 1985. Venho através desta dissertação apresentar um pouco de minha relação histórica com a Educação Física.

INTRODUÇÃO
Neste trabalho demonstrarei como a Educação Física entrou em minha vida. E como as práticas esportivas fizeram de mim um amante dos esportes e de tudo que se relaciona com a disciplina Educação Física.
Falarei sobre todos os esportes que já pratiquei: Futebol, Capoeira, Rapiquido, Caratê, Boxe, Kung Fun e o Judô. Esses esportes fazem parte de toda minha história com a Educação Física. E, portanto, levarei ao conhecimento de todos, como cada um deles contribuiu para minha formação tanto quanto cidadão tanto como atleta.

A CAPOEIRA
Pratiquei a capoeira de forma muito divertida, pois não tínhamos um lugar adequado para praticar este esporte tão lindo e rico em elementos culturais. Sempre aos domingos e feriados, eu e um grupo de amigos juntos com um instrutor de capoeira que gostava de trabalhar com crianças, nos reuníamos em um campo de futebol, ou em um pasto onde com muita vontade fazíamos os alongamentos preparatórios para a execução dos movimentos acrobáticos da capoeira. Neste pouco tempo que tínhamos para nos reunir e treinar, também era o espaço onde aprendíamos a respeitar uns aos outros.
Durante este período que aprendi os primeiros conceitos de humildade. Pois éramos todos pobres e sem um lugar adequado para se praticar uma atividade física tão maravilhosa como a capoeira.
Foi naquele campo de futebol que discretamente comecei a descobrir como é maravilhoso praticar uma atividade corporal. Tudo aquilo era motivo de alegria e diversão para nós, crianças que não tínhamos nem se quer um brinquedo para nos divertir em casa. Contudo, repentinamente, encontramos em um gingado, em uma dança, em uma cultura, estímulo para crescermos e descobrirmos novos caminhos e mudar nossa vida e nossa história. Passei dois anos da minha infância fazendo sempre as mesmas coisas nas manhãs de domingos e feridos. Contava os dias para chegar aquele momento tão mágico que iria viver. Foi a partir desse momento que surgiu minha paixão pelo esporte e pela Educação Física que até então, para mim, se resumia na brincadeira de bola na escola.

O RAPKIDO
Comecei a ter acesso ao esporte rapkido quando tinha 10 anos de idade, através de um primo que servia o exército e sempre vinha passar as férias em Mutuípe, cidade onde sempre moramos. Ele dedicava o maior tempo de suas férias para treinar. E eu, curiosamente, ficava observando os seus movimentos que me pareciam leves e suaves.
Ao completar 11 anos de idade, meu primo veio morar em Mutuípe pois ele havia sido dispensado do exercito. A partir daí ele me chamou para treinar e eu aceitei com muito entusiasmo. Nós treinávamos em dias alternados, o local de treino era na quadra do colégio onde eu estudava e o pai dele trabalhava. Nós chegávamos as 05h 30 min da manhã e ficávamos até às 06h 30 min., pois às 07:00h haveria aula.
As primeiras lições que ele me passou foram relacionadas ao autocontrole: aprender a controlar os impulsos nos momentos de raiva, a respeitar os amigos e colegas; e nunca resolver as discussões na porrada. Buscar sempre as soluções dos problemas dialogando com a pessoa, pois só assim no futuro poderia me tornar um homem de valor e respeito. Conhecer mais um esporte com alguém da minha família foi maravilhoso, pois internalizei os princípios éticos, morais e a filosofia de uma arte macial que tem como objetivo formar bons homens para atuar na sociedade. Treinei apenas um ano. Tendo finalizado assim a minha relação com o rapkido. Pois o meu primo Fábio voltou para salvador.

O FUTEBOL
Como toda criança gosta de futebol eu não era diferente. Sempre gostei de jogar bola, e qualquer lugar que desse para fazer de traves dois pares de sandálias, estava eu ali com meus amigos jogando bola. O futebol foi um tempo de muita felicidade em minha vida. Com 12 anos, na sexta série fui convidado para disputar o campeonato intercolegial de futsal pelo time de minha escola: Escola Estadual Ruy Barbosa. E eu aceitei. Foi minha primeira competição no esporte, pois as outras realizações esportivas que tive contato não eram para competir, mas para mim uma diversão.
Nesse campeonato, nosso time foi até a semifinal, quando fomos eliminados pelo nosso principal rival: O time do Colégio Dr. Julival Rebouças. Foi uma experiência maravilhosa na qual pude por em prática muitos dos ensinamentos que aprendi nos esporte anteriores como: respeito, autocontrole e acima de tudo a humildade de reconhecer que o outro foi melhor do que nós em determinados momentos.
Posteriormente ao campeonato escolar, a prefeitura da cidade organizou o campeonato municipal de futebol de campo nas categorias juvenil e adulto, e o treinador do time da escola foi convidado para colocar um time para disputar esse campeonato, ele tinha a base da equipe formada, mas precisava de outros jogadores. E assim fui convocado. O nome do time era Cruzeiro, no qual fiz novos amigos e conseguimos ser campeões invictos do primeiro campeonato de futebol da cidade. Nossa equipe não parou por aí, disputamos outros campeonatos em outras cidades e fazendo novos colegas em cada lugar que disputávamos. Foi maravilhoso, mas com o passar do tempo o time chegou ao fim, pois já não treinávamos e não havia mais campeonatos para serem disputados. Essa é a ralação do futebol em minha vida.
Muito antes de começar a participar equipes de futebol pude ver o Brasil ser campeão do mundo em 1994, quando nossa seleção de futebol se tornou tetracampeã. Era possível ver a alegria de cada jogador, em ver seus objetivos alcançados. Isso serviu de incentivo para minha vida, pois a maioria daqueles jogadores viera de uma classe social desprivilegiada. A partir daquele dia vi que todos nós podemos mudar nossa realidade social se acreditarmos em nossos sonhos e termos a humildade de aceitar a ajuda das pessoas, e por mais que seja difícil sempre venceremos. Isso criou uma grande vontade de jogar futebol e como todo menino também sonhei em um dia poder vestir a camisa da seleção brasileira. Sonho alimentado por muito tempo.
Também pude ver na Copa do Mundo seguinte, no ano de 1998, a derrota da nossa seleção de futebol, na final, para a seleção da França. Mas o melhor estava por vir no ano de 2002, apesar de todas as dificuldades de se classificar para a copa. Fiquei muito preocupado pois adorava ver o “Ronaldo fenômeno” jogar. Ele estava se recuperando de uma das lesões mais feias que o futebol já viu: o rompimento dos ligamentos do joelho. Entristecia-me toda vez que lembrava do fato de poder ficar de fora da nossa seleção. Mas, no decorrer da competição, testemunhei uma história linda de superação e força de vontade de um atleta que ressurgiu das cinzas como uma Fênix. “Ronaldo fenômeno” foi um e é um grande exemplo de persistência que eu já vi. Embora a triste desclassificação da seleção tenha sido inevitável nas quartas de finais da Copa do Mundo no ano de 2006: a seleção que era considerada uma das melhores que já tivemos. Mas, infelizmente fomos eliminados pela França outra vez. Isso tudo, hoje, tem uma grande importância para a minha vida, pois vejo no esporte, mais do que nunca, a maior rede de integração social. Vejo também que através do esporte podemos mudar a realidade dessa situação de preconceito que assombra nossa sociedade.

O BOXE
Em nossa cidade tínhamos como esportes mais conhecidos, o judô e o caratê. Porém, logo chegou na cidade um rapaz chamado Sócrates que tinha uma experiência muito boa com o boxe, decidindo, assim, montar uma academia na cidade. Como tudo novo desperta interesse, a academia só andava lotada, e eu como todo menino curioso fui visitar o espaço, e assistir um treino. Gostei! Comecei a treinar. Era muito bom, mas, com o passar do tempo foi se perdendo os princípios éticos e morais das lutas. Porque alguns dos praticantes estavam treinando e saindo à rua dando porrada em todos que encontravam pela frente.
Este fato foi o principal motivo para a academia chegar ao fim. Foi decepcionante ver um esporte tão bom, terminar graças àqueles que não sabem respeitar o outro e não têm disciplina para preservar a imagem de um esporte tão rico como o boxe. Muitas tentativas foram feitas para reerguer a academia, mas não adiantou, pois as pessoas da cidade discriminavam esse tipo de esporte por sua fama de ser violento demais e por tirar a paz das pessoas nas festas da cidade.
Foi muito gratificante depois de muitos anos ver o boxe brasileiro ganhar uma medalha de ouro nos jogos pan-americano do Rio de Janeiro de 2007, melhor ainda saber que foi um baiano que teve essa conquista, um garoto pobre que encontrou no esporte o caminho para fugir da dura realidade de miséria e sofrimento em que vivia. Pena que o incentivo que ele tem é muito pouco, pois as pessoas não se importam com as questões sociais da maioria da nossa população. Poderia citar outros feitos do boxe brasileiro no decorrer desses anos, mas, para mim o mais importante foi a conquista dessa medalha no Pan 2007.

O KUNG FU
No ano de 2001 chegou em Mutuípe um rapaz, primo de um vizinho. Ele era faixa preta em kung fun e tinha a apelido de Águia. E como seu primo tinha muitos conhecidos na cidade, resolveu fazer uma propaganda da arte macial na cidade, e logo conseguiu alunos suficientes para montar uma academia, e assim começaram as aulas que era no Clube Social de Mutuípe. Como minha família era amiga do primo do professor Águia, ele deu uma bolsa de treino para mim e para meu irmão e a partir daquele dia começamos a treinar o kung fu. Os treinos eram em dias alternados durante a semana e começava as 5:00h da manhã e encerrava às 7:00h.
Foi um tempo gratificante, mais um esporte para fazer parte da minha vida. No kung fu vim aprender coisas que eu só via ser feito em filmes, mas, tive o prazer de poder realizar algumas coisas que eu nunca tinha imaginado fazer. Pena que a academia só durou 10 dez meses, pois o professor voltou para Salvador e assim acabou o kung fu em nossa cidade.

O KARATE
Essa foi minha verdadeira paixão esportiva. Sempre fui louco por praticar o Karate, mas infelizmente, minha condição financeira não era boa para pagar as aulas que geralmente são muito caras. Sempre freqüentava academia de karate assistir as aulas para em casa fazer os mesmos movimentos. Era muito triste para mim ver muitos meninos da minha idade fazendo aquela maravilha, e eu ficava só na vontade de poder estar ali por um só instante, e me sentir um deles. Mas, isso nunca aconteceu.
Passei toda a minha infância sonhando em um dia poder treinar pelo menos uma vez o karatê, com todas aquelas pessoas que estavam ali treinando. Entretanto, isso ficou só nos meus sonhos, e doravante o tempo foi passando. Somente no ano de 2004, quando fui morar na cidade de Amargosa foi que tive o privilegio de ser convidado a treinar karatê. Tive o prazer de realizar meu sonho em um lugar onde poucos me conheciam. Foi uma das melhores coisas que me aconteceu. Realizar meu sonho de infância que era poder um dia treinar karatê. Treinei durante um ano e depois desisti, pois não estava tendo mais tempo disponível para treinar. E assim terminou o sonho desse esporte em minha vida.
Foi maravilhoso ver o karatê no ano de 2007 nos jogos Pan-americano. Fiquei muito feliz, mais nisso tudo tive uma infelicidade, pude presenciar uma atleta baiana da cidade de Santo Antonio de Jesus, perder seu sonho por falta de patrocínio. Ela não pode ir aos jogos Pan-americano do Rio 2007. Senti como se fosse comigo. Via em seus olhos a tristeza de ver seu grande sonho fugir de suas mãos.

O JUDÔ
Foi no ano 2000 que tive o primeiro contato com esse esporte. Eu era coroinha da Igreja Católica da cidade e muito amigo do Padre. As aulas de judô eram no salão paroquial, e por ser desde pequeno um menino forte, o Padre me perguntou se eu queria treinar judô. E disse se eu aceitasse, me daria uma bolsa. Eu respondi que não me interessava por esportes de contato.
O Padre pediu para o professor de judô conversar comigo para tentar me convencia a praticar o esporte. Ele, com toda paciência do mundo, veio até mim e fez o convite para eu fazer uma aula se eu não gostasse poderia sair. E assim mesmo eu fiz. Essa conversa foi num sábado, logo na segunda seguinte, fui fazer a aula. E gostei, continuei indo e me apaixonei pelo judô, que me fez crescer: como homem, como filho, como amigo. E com esse esporte tão respeitado e praticado no mundo todo, fui mudando o rumo da minha vida.
Hoje não tenho mais paixão pelo judô. Amo fazer judô. Minha vida é o judô. Estou cursando Educação Física extremamente motivada pelo judô que através de sua filosofia, me mostrou que o esporte é um dos meios mais fáceis de fazer uma integração social. Que o esporte faz com que todas as pessoas se coloquem no mesmo nível, e se respeitem, e não se descriminem. Isso tudo eu devo a filosofia do judô que nos ajuda a trilhar pelo caminho da verdade e da humildade fazendo o ser humano feliz.
Com três anos de prática do judô pude sentir na pele o que é se fazer um esporte. Vi nas Olimpíadas de Atenas no ano de 2004, como o esporte transforma a vida das pessoas. Pude visualizar o poder de integração social que o mundo do esporte pode proporcionar ao mundo, e neste momento em que as diferenças de cor, classe social e religiosa podem ser deixadas de lado e o que importa é o espírito esportivo que cada atleta tem. Vibrei e comemorei muito cada vitória dos judocas brasileiros. Essa foi a primeira vez que vivi uma nova experiência na vida esportiva.
Nas Olimpíadas de Atenas pude ver novas competições e ver o esporte que eu tanto amo ter um desempenho fantástico. Tivemos também a melhor participação do Brasil nos jogos Pan-americano do Rio de Janeiro no ano de 2007, e a maior alegria foi ver o judô brasileiro no topo do melhor judô do mundo. Foi uma alegria que não posso nem descrever. Só sei dizer que o esporte é um dos maiores responsáveis para hoje eu estar aqui contando um pouco da minha historia. Nunca pensei que a filosofia desse esporte pudesse me proporcionar uma mudança de vida. Mas nos dias de hoje, tudo que eu sou é influência dos esportes que tive a oportunidade de praticar.

CONCLUSÃO
Todos os fatos relatados anteriormente demonstram de onde foi que surgiu meu gosto pelo esporte e também o desejo e vocação para cursar a faculdade de Educação Física. E através deste breve resumo da História da Educação Física em Minha Vida, venho dizer-lhes que o homem através do esporte e do conhecimento de sua filosofia pode mudar o seu destino. E digo mais, nunca, jamais desista dos seus sonhos porque o futuro pertence àqueles que acreditam que seus sonhos podem se tornar realidade.

Estudante: Ricardo Oliveira da Anunciação Santos


Pesquisa Autobiográfica e a Educação Física

1 APRESENTAÇÃO
Esta pesquisa abordará os passos iniciais de Jamile Maria Gomes da Silva, em sua vida escolar relacionada com a Educação Física e alguns acontecimentos do esporte mundial e brasileiro.
2 DESENVOLVIMENTO
Meu nome é Jamile Maria Gomes das Silva. Nasci na cidade de Cruz das Almas, no estado da Bahia no dia 12 de maio de 1985.
Iniciei minha vida escolar no ano de 1989. Na escola da mesma cidade em que nasci, quando tinha quatro anos de idade, tive as mesmas dificuldades que qualquer criança teria ao ingresso em uma instituição escolar. Neste mesmo ano o esporte encontrava-se da seguinte forma: a seleção brasileira de futebol de campo foi ouro no campeonato sul-americano, enquanto que a seleção brasileira de futsal chegava ao seu topo neste mesmo ano.
Estava no jardim em 1990, já bem mais acostumada com o ambiente escolar, brincava e realizava os meus exercícios de repetições. Na Copa do Mundo de 1990 ocorreu mais uma vez a reunião de todos os paises campões como Brasil, Itália, Alemanha, Argentina entre outros. No caso da seleção brasileira, mesmo sendo constituída por jogadores de muitas conquistas, quem leva o titulo de tricampeã mundial é a Alemanha. No mesmo ano o time de vôlei feminino foi superado pela seleção da Rússia.
Em 1991 comecei minha alfabetização, os meus verdadeiros contatos com as “letrinhas”, ao tempo que ocorriam os jogos Pan-americanos com a participação de trinta e nove paises: neste ano Cuba teve um melhor desempenho conquistando 140 medalhas de ouro. O Brasil ficou na quarta posição no quadro de medalhas conquistando vinte e uma medalhas de ouro.
Minha primeira série foi cursada no colégio Comendador Temístocles, na cidade de Cruz das Almas. Mesmo fazendo a primeira serie do ensino fundamental, ainda não praticava atividade física regular, por não ter nenhum professor qualificado para exercer tal função. No ano de 1992, Rogério Sampaio foi ouro olímpico em Barcelona, na modalidade judô e Gustavo Borges, prata na natação.
Em 1993, continuei na mesma instituição escolar. Não ocorreram grandes mudanças em relação às praticas de exercício físico. Primeira vitória de Ayrton Sena em autódromo de Interlagos.
Em 1994, o Brasil sofre com a morte de Ayrton Sena, no mesmo ano o Brasil é tetracampeão de futebol na Copa do Mundo realizada nos Estados Unidos, e o time do São Paulo também é tetra campeão no Campeonato Paulista. Kid Jofre é campeão do campeonato amador de boxe.
Neste ano de 1994, na escola, os horários reservados para a recreação no intervalo eram destinados à realização de brincadeiras como pega-pega, esconde esconde,pícula ,sete pedras,carniça e outras.
Em 1996 fui para a quinta serie do ensino fundamental, no Colégio Municipal Cruzalmense o CEC. Daí em diante começou a ter aulas de Educação física, com horários específicos, quando eram realizadas atividades como vôlei e baleado. O professor não era formado na área de educação física. O vôlei de praia estréia nas olimpíadas de Atlanta, marcando 100 anos de sua existência, contando com a participação de 197 paises.
Em 1997 continuaram as mesmas práticas esportivas dentro do colégio. O Vasco da Gama se consagra tricampeão brasileiro. Neste ano o boxe recebe mais um titulo de campeão profissional. Seleção brasileira de basquete para cadeirantes fica em terceiro lugar festival no esportivo de cadeira de rodas.
Na sétima série as praticas esportivas na instituição continuaram da mesma forma. Já a França ganha a Copa do Mundo de 1998, e o Brasil perde a chance de ser pentacampeão mundial.
Nesse período ainda não sabia o quanto minha vida poderia mudar em relação à pratica de atividades físicas. Ainda continuava na mesma situação, nada de diferente acontecia em meu meio. Enquanto que no campo do Esporte Mundial, Popó disputa o título na categoria Superpena.
Em 2000 comecei a praticar dança na igreja de minha comunidade. Tal atividade fez com que me sentisse ainda melhor, embora a escola continuava na mesma rotina das atividades físicas. O Brasil ficava na trigésima sétima posição nas Olimpíadas. Já nas Paraolímpiadas o Brasil conseguiu seis medalhas de ouro e dez de prata.
Em 2002 e 2003 dei continuidade à prática da dança, decidindo não mais parar, foi a partir dessa atividade que me interessei pelo curso de Educação Física. Neste mesmo período Daine dos Santos treina o duplo-twist estendido. Nenhuma mulher jamais apresentou o exercício em uma competição internacional de ginástica. Diego Hipólito é o único brasileiro que já atingiu uma final de Mundial de Ginástica Artística: acabou em quarto lugar no solo tanto em Debrecen -2002 quanto em Anaheim -2003.
3 Conclusão
Esta pesquisa conta um pouco dos importantes acontecimentos Mundiais e internacionais para a historia do esporte, relacionada com os acontecimentos escolares da atual estudante de educação física do primeiro semestre, da Faculdade Maria Milza, na cidade da Cruz das Almas.
Estudante:Jamile Maria Gomes da Silva.

Memorial: Páginas da Minha Vida

APRESENTAÇÃO

Sou Rosidalva Costa dos Santos, filha de Noel Bonifácio dos Santos e Aurelice Santana Costa, tenho 33 anos de idade, de sexo feminino, minha profissão é professora, local de trabalho: Escola Municipal Antonio Carlos Souto, localizada na zona urbana do município de Laje, na praça Antonio Carlos Magalhães, localizada no Centro.
Minha estrutura familiar: Pais oriundos da zona rural do referido município, os dois são aposentados por idade, de raça negra. Ao todo são nove filhos, todos empregados, cinco já possuem formação superior e se encontram em processo de especialização.
Sou a quinta filha do casal, solteira, religião Católica praticante, acredito muito em Deus e tenho Jesus Cristo como razão da minha existência e grande mestre dos mestres. Tenho muitos valores, tendo como referência a moral e o respeito mútuo e os étnicos.
Muitos fatos marcaram o ano em que eu nasci (1974) no Brasil e no mundo:
* 1974 - Richard Nixon torna-se o primeiro presidente norte-americano a renunciar ao mandato, por causa do escândalo Watergate;
* 1974 - Início da Revolução dos Cravos;
* 1974 - A Embratel implanta o Sistema Brasileiro de Telecomunicações por Satélite (SBTC);
*1974 - Ernesto Geisel assume a Presidência;
*1974 - Descoberta de “Lucy”, o mais antigo fóssil de um ancestral do homemn na Etiópia;
*1974 - O dramaturgo brasileiro Oduvaldo Vianna Filho encena a peça Rasga Coração;
*1974 - Campeões Mundiais – Ginástica Artística- Equipe masculina do Japão e a Feminina URSS;
*1974 - Campeão Mundial OUTDOOR- Handebol -País Alemanha Oriental;
*1974 - Campeões WIMBLEDON- Tênis- Jimmy Connors (EUA) masculino e Chis Evert (EUA) feminine;
*1974 - Campeão Brasileiro – Voleibol- Paulistano( SP ) masculino
*1974 - Campeão da corrida de São Silvestre- Rafael Angel Pérez, país, Costa Rica;
*1974 - Campeão do Brasil da equipe McLaren- Émerson Fittipaldi;
*1974 - Boxe- Campeão Mundial do Peso Pesado- Muhammad Ali (EUA);
*1974- Futebol- Vencedor da copa do Mundo- País sede Alemanha- Campeão- Alemanha;
DESENVOLVIMENTO
Sou uma pessoa de origem rural com condição social média/ baixa, considero minha trajetória escolar difícil. Cursei as primeiras séries do Ensino Fundamental no Prédio Escolar Marise Rebouças, localizado na zona Rural do município, eram apenas duas salas de aula, um depósito, e uma área livre ande serviam o lanche. Lugar de boa aparência embora não houvesse sistema de água encanada, esgoto, nem de energia elétrica.
Meu início de alfabetização se deu mais ou menos aos oito anos de idade, por uma professora leiga da época, que só tinha cursado o antigo “MOBRAL”; era uma educação totalmente “tradicional”, só aprendia mesmo o “BE-A-BA” propriamente dito. No mesmo prédio citado acima, fiz o chamado 1º ano escolar, pois não havia no referido espaço separação por séries, um professor apenas atendia àquelas crianças, para que as primeiras aulas fossem de Educação Física.
Para dar continuidade ao processo de alfabetização, tive de me deslocar para as escolas da zona Urbana, onde enfrentei vários desafios, inclusive de andar a “pé” 20km por dia, devido o difícil acesso dos Meios de Transporte, como carro, moto, bicicleta etc. O tempo foi passando e assim conseguimos com muito esforço comprar uma casa na cidade, para dar continuidade aos estudos e procurar mais qualidade.
Fui matriculada no Centro Educacional, na 3ª série primária. As práticas de ensino também eram tradicionais, já havia professores com formação em magistério, ensino voltado para memorização de conteúdos. Trabalhava-se a questão de valores, através de momentos chamados “Centro Cívico”, onde se fazia manifestações à Pátria. É bom lembrar que mesmo assim não se falava ainda em aulas de Educação Física, pelo menos não era trabalhado.
Os quatro últimos anos do Ensino Fundamental (5ª á 8ª séries) e todo o ensino Médio (1° ao 3º ano) foram cursados no Colégio estadual Juvenília Peixoto Sampaio, formação em Magistério por opção, pois me identificava muito. Escolas tradicionais, conservadoras, maior parte do corpo docente com nível I. Quando foi a partir de 1992, já na 7ª série, foi que houve melhoria do quadro em relação à qualificação (quatro já haviam concluído o curso Superior apenas).
No que diz respeito às aulas e profissionais de Educação Física, na minha fase escolar é válido ressaltar a má formação dos professores que acredito ter contribuído para um trabalho mecânico. As aulas eram ministradas no turno oposto, mas mesmo assim, não se fazia um trabalho voltado para o conhecimento do corpo, ou seja a prática era totalmente desvinculada do saber. Passava-se muitos conteúdos teóricos, exercícios repetitivos e realizado sem conhecimento específico.
Atualmente nas escolas, já percebemos durante as aulas de Educação Física um trabalho voltado para a importância do corpo, da saúde, do lazer, da cultura, do esporte,etc. Porém, ainda existe uma escassez de profissionais qualificados na área para desenvolver um trabalho melhor e com qualidade. Outro aspecto que não podemos perder de vista é na composição do corpo docente da escola. Infelizmente, a direção da escola, a coordenação pedagógica e a Secretaria de Educação não dão devida importância na seleção do profissional de Educação Física, geralmente contratam professores de Português e de Matemática; depois Geografia História e Ciências e por último o de Educação Física. Certamente por falta de informação ou conhecimento. Saliento que esta disciplina vem contribuindo muito na valorização da cultura corporal, dos esportes e no processo de aprendizagem.
Em 1996, concluí o 2° grau em magistério e logo depois ingressei na educação através de concurso público nas primeiras séries iniciais onde trabalhei por cinco anos. Atualmente atuo em classes de 5ª a 8ª séries do ensino fundamental.
A minha educação escolar foi tradicional e como educadora venho reproduzindo a formação que recebi na minha prática docente. Enfrentei muitas dificuldades e o desafio maior foi o de entender naquele momento os anseios da minha geração, numa época em que o papel do professor era simplesmente o de um transmissor de conhecimento e o aluno simples ouvinte. O tempo foi passando, o ensino sofreu várias mudanças e uma delas é exigência de um profissional qualificado.
Essa é a razão de ter procurado me qualificar, ampliando os meus estudos e ingressado na Faculdade. Cursando Pedagogia pela UNEB, já estou com uma visão mais ampla. já criticando a ordem curricular imposta que recebi e que reproduzi em toda minha história na educação. Essas novas concepções que tenho de educação tem me transformado em uma outra profissional e em outra pessoa. Acredito que daqui para frente que poderei aprimorar ainda mais minha profissão, na busca de uma formação continuada para alcançar as mudanças que ocorrem na sociedade, numa velocidade sem precedentes.
Essa jornada difícil também é marcada por algumas conquistas, sou comprometida com a aprendizagem dos meus alunos e sinto ter contribuído para o sucesso de muitos deles.
Atualmente, tenho repensado a minha prática pedagógica e percebo que não adianta ter uma proposta moderna, se não existir uma transformação na ação docente. Uma vez que, vivemos numa sociedade que traz consigo um novo perfil do professor, com maneiras diferentes de trabalhar, novos conflitos políticos e acima de tudo, consciência modificada.
Enfim, no exercício da minha docência tenho enfrentado muitos desafios, mas não hesito em buscar forças para assumir com eficiência, a profissão que escolhi por vocação.
Hoje faço especialização em Psicopedagogia pela instituição FACE, já no décimo módulo. Assim descobrir que tudo que sabemos ainda é pouco para o tanto que devemos saber, experimentar, conhecer.
Sempre gostei de atividades físicas, de esportes de um modo geral e já venho trabalhando com a disciplina de Educação Física há um bom tempo, com isso, despertou-me uma vontade imensa de me especializar na área, e foi assim que acabei prestando vestibular nesta instituição no curso tanto almejado e sonhado. É bom lembrar que é excelente e tem muita qualidade.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Foi válido realizar este trabalho, uma vez que me permitiu lembrar um pouco da minha história de vida. Além do mais, tenho certeza que é lembrando do passado, vivendo o presente que melhor repensamos no futuro.
Todas as experiências vivenciadas desde minha infância, até os dias atuais, tanto na vida pessoal quanto profissional contribuíram fortemente para o sucesso da minha carreira de professora e acredito que as transformações ocorridas ao longo dos tempos sirvam de base para minha prática docente.
Tenho algumas expectativas para o futuro próximo: valorização do profissional de educação (gratificação, vantagens , respeito, etc.). Para garantirmos uma educação de qualidade é preciso que o professor que lute por seus ideais e respeite um ao outro, busque estar informado dos acontecimentos do Brasil e do Mundo e que possa contribuir de qualquer forma com a formação de uma sociedade igualitária e justa.
Valeu professor, forte abraço!

REFERÊNCIAS
BRACHT, V.A- Sociologia Crítica do Esporte. Uma Introdução.
ABRIL, Almanarque; 1999.

Estudante: Rosidalva Costa dos Santos.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Retrospectiva Histórica: Minha vida e a Educação Física

No despertar da primavera, em uma tarde de terça-feira aos 26 dias de outubro de 1982, nasce minha pessoa, sendo acolhida pela minha mãe e por todos que com alegria me esperavam.
A partir dos três meses comecei a me movimentar de forma mais notável, sendo que vim dar meus primeiros passos aos dois anos de idade, despertando risos dos que atentos e curiosos esperavam este acontecimento, compreenderam, de certa forma, tal fenômeno, como demasiadamente atrasado e preocupante em relação a uma criança saudável, mas isto serviu para que eu obtivesse um acolhimento maior em meus primeiros passos.
Ao começar a freqüentar a escola aos seis anos de idade, faixa etária que naquela época, mais comumente, a criança ingressava na escola pública, onde comecei a ter noção concreta da escrita. Doravante, caminhava com minha irmã da residência de meus pais até a escola local em que aprendia a desenhar letras e também a dividir amizade com os colegas e a professora, quando até então era só com a família e os vizinhos mais próximos. A descoberta das palavras foi fantástica, mas a ansiedade era esperar o intervalo; naquele tempo chamado de recreio. Era o momento em que me reunia com os colegas para brincar. A cada brincadeira uma nova atração. Recordo das vezes que brincávamos de anel meu anel ou pega-pega, todos radiantes de alegria. Nesta mesma época foi marcada eternamente a vida heróica da trajetória do Sport Clube do Recife que aos 7 dias de fevereiro de 1988 conquistou o seu maior título, o de campeão brasileiro de futebol.
Aos sete anos de idade, meu o percurso continuou, pois freqüentei a mesma escola, os colegas e a professora também eram os mesmos. Quanto às atividades físicas, não havia horário específico para um aquecimento físico, ou seja, não havia espaço reservado para o professor desenvolver atividades recreativas mais bem elaboradas com os alunos. Para tanto, nossas práticas corporais eram realizadas por meio do aproveitamento do horário anterior à aula e o momento reservado para a merenda que era o mesmo do recreio. Buscávamos lanchar rápido para aproveitar os minutos que sobrassem fazendo uma rápida atividade de lazer, esta que era resgatada pela cultura dos nossos antepassados, onde os meninos brincavam de futebol e as meninas de desenhar e pintar objetos referentes à profissão que escolhia para quando crescer.
No decorrer das outras idades 8,9,10 anos, a rotina era a mesma, dificuldade e persistência sempre lado a lado em minha vida, sendo que a última sempre vencia. Atividades recreativas apresentavam-se em tempo curto fazendo apenas um resgate para que a cultura permanecesse.
Em 1992 o Grêmio caiu para a segunda divisão, referência forte para os meninos que aprendiam a torcer com seus pais, por este ídolo. Neste mesmo ano o Vitória, que vinha da segunda divisão, foi às finais com o Palmeiras sem contestar o vice-campeonato do Vitória em 1993, ano em que conclui o ensino primário.
Em 1995 uma pesquisa demonstrou que pessoas ativas e atletas não precisam de nutrientes adicionais acima dos obtidos em uma dieta balanceada.
Só aos 14 anos é que ingressei no ensino fundamental devido a falta de transporte para a sede do município. Esta nova etapa de desafios e grandes dificuldades marcaram para mim o ano de 1996.
Ainda neste mesmo ano morre o mesa-tenista Cláudio Kano, às vésperas dos jogos Olímpicos de Atlanta. Vítima de um acidente de moto, o referido atleta atingiu o recorde de vitórias por quatro anos consecutivos, ganhando pelo menos uma medalha de ouro em cada competição.
Em 1997 enfrentei a maior dificuldade referente ao ensino fundamental, pois por sempre obter notas boas nas disciplinas; surpreendi meu professor de matemática ao obter uma nota equivalente à metade do total, não sendo proposital, mas, por não absorver entendimentos nos conteúdos.
Já em 1998, foi adotada, a nós estudantes da sétima série, a disciplina de Educação Física. Alegria de uns e tristeza de outros, pelo motivo de que só os alunos da zona urbana poderiam praticar as atividades físicas corporais e os da zona rural desenvolviam trabalhos na sala de aula cobrindo a ausência nas atividades anteriores, na época era compreendido pela grande carência, por falta de transporte escolar existente e também pela falta de abrigo para os alunos do meio rural no intervalo do turno já que os exercícios eram desempenhados em turno oposto.
Na oitava série a história anterior se repete no que diz respeito à disciplina de Educação Física em relação às outras. A todos os estudantes eram propostas atividades iguais.
Os jogos de 1999 marcaram a estréia do torneio de vôlei de praia no Pan. Sendo que o Brasil e o Canadá levaram a melhor, ganhando uma medalha de ouro cada. Já a seleção brasileira masculina de basquete se recuperou da má campanha no pré-olímpico de Porto Rico, disputando pouco antes do Pan e no qual o Brasil tinha perdido a vaga para Sidney.
A edição de 99 também abriu novas portas do Pan para as mulheres. A partir desse ano, elas passaram a competir no futebol, pentátlo moderno, levantamento de peso e pólo aquático. Lembrando também de Gustavo Borges que se consagrou como o brasileiro com mais medalhas em jogos Pan-americanos, conquistando cinco (três de ouro, uma de prata e uma de bronze) e somando 14 ao todo, nos Pans: de Havana, Mar Del Plata e Winnipeg. Fernando Scherer e Gustavo Borges, juntos a Carlos e Eduardo Valério, conquistaram o bronze no revezamento 4 x 100m livre na natação, em Sidney.
Em 2000 dei meu primeiro passo para o magistério ainda com seu valor significativo. Enfrentei esse desafio com garra, absorvendo tudo de bom que a nós estudantes desse curso eram transmitido.
No período do estágio fomos postos na prática da observação pedagógica através de monitoria nas aulas de Professoras regente (professora da classe do Colégio destinado ao estágio) nas atividades lúdicas do intervalo das aulas.
Em 2001 volto de braços abertos para o mesmo colégio revendo todo pessoal do ano anterior e com muito acolhimento enfrentei mais um ano do ensino médio, desta vez com metodologias diferentes, pois ensinavam atividades recreativas específicas para desenvolver o exercício sensório-motor e o raciocínio lógico das crianças de acordo com cada faixa etária, atividades estas que deveriam aprender a praticar com os nossos futuros alunos.
Na etapa do estágio, o objetivo era passar o conteúdo de forma clara e participativa, por isso deveríamos incentivar as aulas propondo dinâmicas que valorizassem em primeiro lugar o aluno e assim despertar o interesse de todos.
Chegado o ano de 2002, todos os brasileiros atentos aguardando os jogos do Brasil na Copa do Mundo, rumo ao pentacampeonato, enquanto eu chegava à etapa final do ensino médio. Desejos e alegrias davam boas vindas ao ano, o povo brasileiro esquece as rivalidades, as classes médias, altas ou baixa, a diferença de raças e o preconceito unindo uns aos outros numa só paixão: torcer pelo pentacampeonato do Brasil. A cada vitória, gritos e sussurros alegres transbordavam o rosto dos amantes de sua pátria e ao fim dos jogos, pertos ou distantes risos e choros declaram o verdadeiro amor pelo seu país com o Brasil Pentacampeão.
Vale destacar que foi a primeira vez que dois países sediavam unidos o evento. Primeira vez também que três seleções: França, Japão e Coréia do Sul, estavam classificadas automaticamente e a primeira vez que uma edição da copa não aconteceu na Europa ou nas Américas.
Para mim foi o ano de 2002, que recebeu maior concentração das metodologias pois, passei de mera observadora, para a posição de professora de uma classe com trinta e três alunos, para os quais deveria transmitir os conhecimentos desejados da melhor maneira, me esforçando bastante para que todos aprendessem obtendo assim no fim a satisfação de cumprir não só uma etapa mas resultados positivos e laços de amizade a qual deixava saudade do nosso tempo, quando juntos participávamos de brincadeiras diferenciadas nas horas específicas com um só objetivo, divertir-nos e ali independente da idade éramos todos crianças.
Do ano de 2003 ao ano de 2005, as perspectivas de buscar sonhos que fortemente encorajavam-me a seguir, pois, havia conquistas ao lado de tristezas e alegrias, que sempre faziam parte da minha vida. Mas, de algumas experiências vividas, neste período poucos sonhos realizei.
2006, ano de Copa do Mundo, mais uma vez os brasileiros decoram cidades e vilas, despertam a vontade de conquistar mais uma taça, a de hexacampeão em meio a gritos e abraços que acompanhavam os torcedores a cada vitória. Contudo, ao final do referido evento vivenciamos uma grande decepção: o Brasil perde para a Itália deixando de levar o título do sonho dos brasileiros amantes do futebol.
Hoje chegando ao fim de 2007, após todas as histórias contadas, posso dizer que este ano significou o início de uma carreira acadêmica em minha vida, pois com todo sacrifício meu e de minha família, estou cursando licenciatura em Educação Física, sendo este o fato mais marcante deste ano até o dia atual.
Certifico-me que a Educação Física, que, por abranger a educação e a saúde, é de grande importância para as pessoas, independentemente da faixa etária, de idade. Para a criança, a brincadeira é o alicerce para a vida adulta desenvolvendo habilidades, participação coletiva e resgate da cultura, etc. No adulto, além de recordar o tempo de infância, promove momentos de lazer e satisfação de forma especial para os idosos e portadores de necessidades especiais.
O ano de 2007 também está sendo marcado pelo Pan-americano, realizado no Brasil na cidade do Rio e Janeiro, onde vários países participaram. Finalizo dizendo que desde o momento em que nasci até os dias atuais e certamente por toda minha vida, a Educação Física estará presente em atividades de trabalho ou em um simples gesto de brincar por brincar.

Estudante: Marilene Nunes

sábado, 8 de dezembro de 2007

Retrospectiva da minha vida pessoal relacionando-a com a Educação Física

Inicio minha retrospectiva de vida relacionando-a com a educação física. Desse modo posso afirmar que o primeiro contato, que possa referenciar essa área, foi a partir do espermatozóide liberado do meu pai indo de encontro ao óvulo da minha mamãe, esse ato foi de agilidade e força. Esse foi o primeiro de muitos obstáculos existentes para que eu viesse a existir.
Logo depois eu nasci na cidade de Santo Antonio de Jesus precisamente em 1987, daí tudo ficou mais fácil, para mim, porém foi nesse mesmo ano que em Indianápolis surgiu a idéia de ressuscitar os jogos Pan de inverno que foram abandonadas por não haver nações interessadas em participar.
1988 – Minha mãe resolveu que iríamos morar no Rio de Janeiro, então, é lá que irei pela primeira vez à escola. Pode-se afirmar que enquanto isso, no mundo ocorriam várias modificações. Eu, com 1 ano de idade, simplesmente, comecei a andar sem preocupação nenhuma e sem ajuda de ninguém.
Já em 1989 eu estava com dois aninhos. Adorava andar pela casa segurando nos moveis, às vezes a empregada levava algumas crianças da vizinhança para brincar comigo, porém não surtia muito efeito, afinal esse estagio é caracterizado pela fase sensório-motor que indica que a criança entre 0 e 2 anos brinca sozinha mesmo estando acompanhada por outras. 1990- Na manha de 1º de março desse ano, às 6:30 da manha minha mãe me arrumava para ir a escola pela primeira vez , eu estava radiante de felicidade até que chegando lá eu descobri que teria de ficar sozinha.Chorei muito, pois a minha mãe não poderia ficar na escola comigo, isso se repetiu durante os primeiros 10 dias.
Logo depois o meu interesse em ir para a escola estava cada vez maior, eu saída já pensando na hora de voltar para poder brincar. Afinal, essa fase é baseada em pura diversão, posso então afirmar que a partir daí eu descobri o mundo da atividade física de forma lúdica.
Mas como dizem que, “o que é bom dura pouco”, aconteceu com aquela diversão toda que era ir à escola. Em 1990 com 4 anos eu já não brincava o tempo todo, passou a existir atividades e o tempo de brincar era resumido, ao passo em que eu me adaptava na realização das tarefas de classe e de casa. Enquanto isso, a Alemanha vencia a Copa do Mundo.
No ano de 1991, aos 5 anos de idade iniciei a alfabetização. Já estava acostumada a ter de fazer as tarefas de classe e de casa. Já não era mais necessário que mamãe brigasse para que eu fizesse. Fazia sozinha, é claro que perguntava quando necessário. Nesse ano minha mãe e meu pai estavam passando por uma crise financeira e estavam decididos a voltar para a Bahia.
Em 1992 eu estava com 6 anos, foi quando viajamos para morar na Bahia, meus pais adoraram retornar para a cidade de Santo Antonio de Jesus o lugar em que se conhecerem e que se casaram, mas eu não gostei tanto, não tinha amigos, não me deixaram trazer meus brinquedos e o pior é que tive de repetir a alfabetização aqui na Bahia para poder me adaptar ao ensino. Neste corrente ano a cidade de Barcelona foi sede dos Jogos Olímpicos. Barcelona - 1992.
Comecei a estudar na escola Chapeuzinho Vermelho. De inicio era tudo muito estranho, amigos bem diferentes. Parece que o destino conspirava contra mim: um dia na hora do intervalo a professora resolveu colocar todos os alunos para brincar de chicotinho queimado eu nunca tinha brincado de nenhuma brincadeira popular, inicialmente estava ocorrendo tudo ótimo até que correndo, na brincadeira, cai e quebrei o dente. Foi a partir dae que fiquei com um bloqueio em realizar atividades conjuntas. O lado bom é que meus pais passavam bem mais tempo em casa. No Rio de Janeiro eu só os via nos fins de semana, ou seja, um final de semana o meu pai trabalhava e a minha mãe ficava comigo e no outro o meu pai ficava, para minha mãe trabalhar. Levei muito tempo para ganhar novos brinquedos porém eu não me importava, pois eu estava muito mais próxima da minha família.
1993 - Com 7 anos de idade fiz a primeira série na Escola Status, no recreio eu ficava só olhando as outras crianças brincando na quadra, no pátio, no parque e eu sempre dentro da sala, tinha vontade de ir participar porém sempre me lembrava do dente quebrado.
Com 8 anos, em 1994, na segunda série, foi um ano marcado por varias transformações tanto na minha vida como no mundo dos esportes. Neste ano meu irmão nasceu. Eu estava um pouco abalada com tantos mimos que eram destinados para ele, mas quando eu o vi, todos os meus conceitos mudaram, só queria que ele ficasse comigo e com mais ninguém. Eu cursava a segunda série na mesma escola, um dia minha professora indagou-me a respeito do meu “comportamento reprimido”. Na verdade eu não gostava de conversar mas ela insistiu tanto que acabei comentando sobre o fato da brincadeira que me trouxe uma indesejada conseqüência, ela não me forçou a ir brincar mas deixou bem claro que acontecimentos inesperados sempre iriam acontecer. Assim indagou se eu deixaria de fazer todas as outras coisas só por causa deles?
De inicio eu não liguei muito para aquelas conversas, mas, depois eu vi que estava deixando de fazer e de aproveitar uma fase que não voltaria mais. O Brasil se encontrava em clima de copa do mundo. Neste ano a Bola de Ouro que é dada ao melhor jogador do mundial segundo a
FIFA foi para o jogador Romário (Brasil) na copa do mundo no EUA.
1995 - Eu tinha 9 anos de idade e fazia a terceira série e meu irmão completava 1 ano. Eu observava que ele não tinha nenhum receio em cair e se machucar. Curtia cada momento e as descobertas novas. Eu ficava como espectadora só observando o que ele fazia, resolvi então me divertir sem importar tanto com os resultados. Esse foi passo para uma nova etapa que se caracterizava pela “cooperação”, pois todos querem estar aptos ara a unificação das regras e fazer com que o uso delas seja em beneficio próprio. Só depois disso que descobri o quanto eu tinha desperdiçado tempo sem me divertir. Uma novidade que já estava sendo adaptada era a Copa do Mundo feminina, que por sua vez, foi realizada neste mesmo ano na Suécia.
Em 1996, aos 10 anos, cursando a quarta série, procurava usufruir ao máximo das atividades que nunca tinha praticado. Entretanto, não foi tão fácil me adaptar, pois eu já tinha passado muito tempo, restrita em apenas brincar dentro de casa. O que me impossibilitava de realizar algumas tarefas. Mas depois de algum tempo fui me adaptando cada vez mais e já nem me preocupava em sofrer conseqüências da brincadeira, pelo contrario eu queria brincar de forma totalmente espontânea.
Neste mesmo ano ocorreu a Olimpíada na cidade de Atlanta.

Atlanta - 1996
Essa nova descoberta ampliou-se no ano de 1997 quando eu tinha 11 anos. Ingressei no ensino fundamental na escola Estadual Luiz Viana Filho, cursando a quinta série, tendo muito mais tempo para interagir com outras crianças da mesma escola e além das que moravam na mesma rua que eu. O único empecilho é que eu tinha que cuidar do meu irmão e da casa enquanto meus pais trabalhavam, todavia isso não me restringiu de estipular um tempo para brincar.
No ano de 1998 com 12 anos precisamente na sexta série eu tive o primeiro contato com a disciplina de Educação Física onde comecei a praticar os jogos de handebol, futebol e vôlei; sendo que o que mais me identifiquei foi o handebol. Enquanto eu buscava aprimorar os conceitos e práticas do handebol, neste mesmo ano França ganhou a copa e o Brasil ficou em segundo lugar.
Em 1999 estava na sétima série e foi o ano em que eu me dediquei intensamente ao handebol, sendo assim participei dos jogos inter-colegiais, jogos que acontecem todos os anos e têm a participação de todos os colégios da cidade tanto particulares como públicos. Isso serviu como um estimulo para que muitos alunos buscassem o esporte com a visão de crescimento e interação social. Resolvemos formar um time feminino de handebol, a partir daí eu já não me sentia tão solitária em relação a outras pessoas pois o nosso time tinha um objetivo em comum, que era fazer do esporte uma atividade de puro prazer é tanto que quase nunca importávamos com o resultado do jogo, apesar de que a maioria das vezes finalizamos como ganhadoras.
Em 2000 - Eu já estava por concluir o ensino fundamental, na oitava série com isso o nosso time teve que se desfazer por falta de um responsável para nos treinar. Alem de que os contatos entre as jogadoras ficariam escassos pois no final do ano citado acima teríamos que mudar de escola.
As Olimpíadas de 200 aconteceram na cidade de Sidney.
Sydney - 2000
O ano de 2000 foi bastante significativo para o Brasil, no Atletismo a equipe de revezamento 4 x 100m do Brasil conquistou a medalha de prata nos Jogos de Sydney; a equipe foi composta por Vicente Lenílson de Lima, Edson Luciano Ribeiro, André Domingos e Claudinei Quirino.
A Seleção Brasileira feminina de Vôlei garantiu a medalha de bronze, ao vencer a equipe dos Estados Unidos por 3 sets a 0 em uma bela partida. “Como nem tudo são flores” a Seleção Brasileira masculina de Vôlei amarelou e ficou fora das semifinais da Olimpíada de Sydney. Depois de uma campanha impecável na fase de classificação, com cinco vitórias em cinco jogos, a equipe decepcionou ao perder para a rival Argentina por 3 a 1.
Com uma gigantesca queima de fogos que começou sobre o Estádio Olímpico e prosseguiu até a Baía de Sydney, cruzando os céus da cidade por mais de trinta minutos, terminou a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Sydney-2000.
Pouco antes, foi à vez do maior símbolo da Olimpíada se apagar, após 15 dias ardendo sobre o Estádio Olímpico, em Sydney, foi apagada a pira olímpica, ao lado da queima de fogos; foi o ponto alto e de maior simbologia da cerimônia.
Em 2001 eu estava cursando o primeiro ano no Colégio Luiz Eduardo Magalhães onde as aulas de Educação Física eram realizadas de forma tradicional, ou seja, meninas jogavam com meninas e meninos com meninos o que dificultava a nossa interação além da professora não se importava com as atividades que seriam praticadas no decorrer das aulas.
Continuei a cursar o segundo ano na mesma escola no ano de 2002 que foi o período que eu me desliguei um pouco dos estudos tendo como resultado ter que repetir o segundo ano e 2003, isso me mostrou que as vitórias da vida requerem um grande esforço.
Em 2004 eu estava o terceiro ano neste ano fiquei um pouco impossibilitada de praticar aulas de Educação Física por problemas de saúde. O Brasil neste mesmo ano ganhou a copa do mundo.
Em Atenas é realizado o jogo Olímpico. Nos Jogos Olímpicos de
Atenas 2004 foram disputadas 29 modalidades olímpicas: handebol ou handebol, atletismo, badminton, beisebol, basquetebol, boxe, canoagem, ciclismo, hipismo, esgrima, futebol, ginástica, halterofilismo, hóquei em campo, judô, natação, pentatlo moderno, pólo aquático, remo, softbol, tiro, tiro com arco, taekwondo, tênis, tênis de mesa, triatlo, vela, voleibol e lutas (greco-romana e livre).
Por sua vez, muitos dos esportes olímpicos subdividem-se em duas ou mais disciplinas, existindo ainda competições separadas para homens e mulheres.
Atenas – 2004
Em 30/10/2007 foi decidido que a
Copa do Mundo de 2014 será no Brasil. As cidades sedes dos jogos serão definidas em dezembro de 2008. Atualmente, 18 cidades estão na disputa e entre 10 e 12 serão escolhidas.
Assim finaliza a minha relação pessoal com a Disciplina de Educação Física onde podemos perceber que ela é de fundamental importância para o meio social, cultural e econômico de uma sociedade.
Estudante: Luana Santos do Rosário

Autobiografia e História da Educação Física

Eu me chamo Leandro Novaes dos Santos. Nasci em 28/12/1985 na cidade de Cruz das Almas estado da Bahia às 00:48 horas. Meus pais, Carmelito Calixto dos Santos e Ária da Conceição Lima Novaes que da sua união nasceram 3 filhos onde eu sou o do meio. Hoje tenho 21 anos.
Nasci de uma família de agricultores, meu pai trabalhava na lavoura e minha mãe ajudava nas suas atividades. E aí começa minha historia, desde quando me lembro. Fui um ótimo aluno, sempre gostei de estudar e, claro, de diversão. Comecei a estudar em 1990 quando Airton Senna se consagrava campeão pela segunda vez da formula 1. Corinthias campeão brasileiro, e o Brasil, eliminado da copa do mundo pelo seu maior rival, a Argentina
Sempre gostei de esporte, principalmente do futebol. Lembro de algumas práticas da época do ensino primário, onde não tínhamos professor de Educação Física, mas brincávamos de alguns esportes como futebol e o vôlei. Este último, graças à conquista do ouro olímpico em 1992.Como sabemos, a partir desse fato o voleibol ganhou uma grande repercussão. Entre nós, motivaram-se outras práticas como: queimada, pega-pega, dentre outras, pois nosso professor do primário gostava de educação física e promovia algumas gincanas nestas época.
Mas, sempre gostei de futebol. Tive o sonho de me transformar em jogador de futebol, pois neste contexto aconteciam coisas como: Vitória, meu time de coração, foi vice-campeão brasileiro em 1993 enquanto que no ano seguinte o Brasil se tornava tetra campeão mundial no ano de 1994, após 24 anos sem títulos (pois seus respectivos títulos foram conquistados anteriormente em 1958, 1962, 1970). Embora não entendesse muito sobre os campeonatos, sempre tinha aquela vontade de me tornar um jogador. Além disso, aconteciam varias conquistas importantes no cenário brasileiro do esporte. Como no basquete, Hortência e Paula davam um Show no basquete feminino e Oscar e companhia, no masculino em 1994.
No ano 1996 o Brasil teve sua melhor participação em olimpíadas conseguindo 15 medalhas no total, sendo 3 de ouro, 3 de prata e 9 de bronze. A maior parte dessas medalhas foram conquistadas pelo iatismo: Ouro com Robert Scheidt na classe Laser, Ouro com Torben Grael e Marcelo Ferreira na classe Star.
O vôlei de praia feminino nos alegrou com uma final, já que nenhuma mulher tinha conquistado alguma medalha olímpica para o Brasil. A vitória ficou com a dupla Jacqueline Silva e Sandra Pires, que derrotaram Adriana Samuel e Mônica Rodrigues. E sem contar com Gustavo Kuerten conquistando seu primeiro titulo no tênis: em um Grand Slam: 4 maiores torneio do tênis, o de Roland Garros em 1997.
Em 1998 fui para o ginásio com 12 anos. A partir daí comecei a ter aulas de Educação Física propriamente ditas. Tive uma adolescência tranqüila, não que não tivesse problemas e aflições, assim como os outros.
No mesmo ano o Brasil foi vice-campeão mundial de futebol, perdendo a final para França. A partir daí tínhamos aula de Educação física. Só pensávamos em ir para o campo de jogo, já que na escola não tinha quadra. Era um campo de terra batida que ficava ao lado do colégio onde estudávamos. Meu professor, como na maioria dos casos de minha época, lecionava outra disciplina além da Educação Física, para completar a carga horária. Sua prática sempre foi a de deixar que fizéssemos o que queríamos, além dos torneios de futebol que ele desenvolvia para os meninos, e baleado para as meninas.
Ainda, não posso deixar de comentar sobre nossas aulas serem em horários opostos ao turno que estudávamos. Como estudava pela manhã, as aulas eram pela tarde. Era corrido, pois morávamos a sete km da escola, só dava tempo chegar em casa para tomar banho e comer e logo voltar.
A aula acontecia duas vezes por semana. Deslocávamos de bicicleta até o colégio Dr. Reinaldo Barreto Rosa no município de Castro Alves. Lembro-me que no esporte, Adriana Behar e Shelda consagraram-se campeãs do circuito mundial de vôlei de práia. No ano 1999 Acelino Popó Freitas consagra-se campeão mundial de boxe no Super-Penas pela WHO. Um acontecimento para nosso orgulho nacional e baiano. No ano de 2000 aconteceram as olimpíadas de Sydney. O Brasil ganhou apenas 6 medalhas de prata e 6 de bronze, não repetindo o mesmo desempenho que 1996. Enquanto isso, o Vasco torna-se campeão brasileiro contra o São Caetano.
Estudei no colégio Dr. Reinaldo Barreto Rosa até o ano de 2000. Em 2001 fui transferido para o colégio Jonival Lucas, em Sapeaçu. Logo comecei a participar de um grupo de capoeira, pois sempre gostei, mas até então não tive oportunidade, graças a uma professora, mais ou menos na oitava serie, que se diferenciava um pouco do antigo professor.
Nesse colégio podíamos contar com uma quadra: sempre a mesma coisa, menino jogando futsal e meninas jogando baleado ou vôlei. Por ter certas habilidades, eu sempre brincava com outras turmas de futsal e também filava as aulas para brincar na quadra. Gustavo Kuerten torna-se tri campeão de Roland Garros e Daiane dos Santos entra no ranking das melhores ginásticas do mundo. No ano de 2002, no ensino médio, conheci um professor diferente, tínhamos aula pratica, mas também teóricas. Brincávamos juntos, meninas e meninos, proporcionando uma brincadeira, para nós chata, mas integrada para ele. No mesmo ano o Brasil se torna, no futebol, pentacampeão mundial na Coréia e Japão, quando ganhamos uma viagem por ter acertado maior numero de resultados da copa do mundo. Nesse mesmo período, nosso professor também promoveu um campeonato de futsal interno. Não fomos campeões, mas foi divertido. Formei-me em 2004, no colégio Jonival Lucas. No cenário esportivo aconteciam fatos marcantes: o Brasil se torna uma potência do vôlei masculino conquistando vários títulos entre 2003 e 2004. Na olimpíada de 2004 o Brasil conquista 10 medalhas no total, sendo 5 de ouro, fato inédito para nosso país, ocorreram outros fatos importantes no esporte mais foram citados somente os que lembrei.
Estudante: Leandro Novaes dos Santos.

Minha Relação Com a Educação Física

Meu nome é Leandro Barbosa Santana, natural de Salvador. Pratico esportes desde minha infância. Mas, a educação física como matéria escola foi no colégio Estadual Luciano Passos onde eu estudei da 5°serie do ensino fundamental ate 3° ano do ensino médio. Meu primeiro professor de educação física foi Iran, que embora lecionasse a disciplina, não era formado na áre. Sua formação se deu na graduação de história.
Como destaquei anteriormente, isso aconteceu na 5° serie no ano de 1999. Um ano antes (1998) ocorreu a Copa do Mundo na França, quando o time da casa foi campeão derrotando a seleção brasileira por três a zero.
Nos anos seguintes, na 6° e 7° serie, entre os anos de 2000 e 2001, minha professora de educação física foi Marizete. Com ela tinhamos aulas teóricas e praticas. Apesar de no colégio não haver quadra poliesportiva, ela improvisava na sala de aula, no pátio e no ginásio estadual Luiz Eduardo Magalhães. Ano 2000 aconteceram os jogos olímpicos de Sydney na Austrália.
Já de 2002 a 2005 o professor Alexandro promoveu os primeiros jogos internos do colégio, com o objetivo de avaliar a pratica dos alunos. Enquanto que, no mesmo período, ocorria a Copa do Mundo na Coréia e no Japão onde o Brasil conseguiu a 5° conquista no mundial.
Em 2006 eu não tive a matéria educação física porque cursei o ensino normal noturno. Como é bem comum, a educação física não fazia parte da grade curricular. Contudo, junto a outros alunos participamos dos jogos interno promovido pela professora do matutino e vespertino, Eliana Morais.
Em 2007 aconteceram os Jogos Pan-americanos no Brasil na cidade do Rio de Janeiro.
Fora da escola eu pratico varias atividades físicas tais como: futebol, vôlei, basquete, capoeira e skate.
Estudante: Leandro Barbosa Santana